Capa do livro O vermelho e o negro

O vermelho e o negro

por STENDHAL

NOVA FRONTEIRA Português Capa Dura

O vermelho e o negro

por STENDHAL

NOVA FRONTEIRA Português Capa Dura

Sinopse

Publicado em 1830, O Vermelho e o Negro é apontado como um dos pioneiros do realismo mundial. Nesta obra-prima, Stendhal nos apresenta Julien Sorel, um humilde carpinteiro cheio de ambições, entre as quais integrar o Exército de Napoleão. Seu sonho, no entanto, cai por terra junto com o império napoleônico. A partir daí, sua luta pela ascensão é impulsionada por um misto de engenhosidade, carisma e hipocrisia, o que de fato faz com que Sorel passe a viver com a burguesia e a aristocracia. Nesse novo mundo, sua vida se transforma em uma torrente impelida pelo amor, pela traição e pelo espírito de vingança.

Ficha Técnica

Número de páginas
512 págs.
Idioma
Português
Gêneros
Romance
Editora
NOVA FRONTEIRA
Publicação
1 abr. 2018
Idade de leitura
14 anos ou mais
Autor
STENDHAL
Encadernação
Capa Dura
Formato
23 x 16 x 3
Edição
2
Ano da edição
2018
ISBN-10
9788520942611
ISBN-13 / EAN
9788520942611
Peso
500 g
Dimensões
15,5 × 23,0 cm
Origem
Nacional
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Esther Dias
22/04/2026
★★★★☆ 4
O Vermelho e o Negro reflete o dualismo entre o amor e a ambição. Julien está em busca de mudar a sua realidade, tentando fugir da vida que o aguardava como carpinteiro no interior da França. Ao ter um vislumbre da nobreza quando passa a trabalhar para a família Rênal, ele se deslumbra com aquela cultura e com uma realidade completamente diferente da sua.É curioso como ele esconde a sua paixão por Napoleão e como conquista a senhora Rênal como se estivesse em uma batalha, tratando cada avanço como uma vitória de guerra. Depois das suspeitas do caso amoroso, o jovem é enviado ao seminário, e ali fica evidente que sua vocação não é religiosa. Apesar de sua inteligência, ele desperta desconfiança. Um dos padres, ao deixar o seminário por suas ideias jansenistas, consegue-lhe um emprego com o senhor de La Mole.A partir desse momento ocorre um envolvimento confuso com a filha do marquês, Matilde. O amor entre eles parece baseado em vitórias e derrotas em um jogo de conquista. Tudo é muito intenso, e cresce com uma admiração mútua que se transforma em algo mais profundo.Algum tempo depois de ficarem juntos, e diante de um título e da gravidez de Matilde, Julien alcança um momento de felicidade. Porém, trata-se de uma felicidade frágil. Ele, que sempre se julgou superior aos nobres, acaba cometendo as mesmas falhas que criticava neles. Em vez de uma ascensão, sua trajetória se transforma em uma queda, semelhante à de Napoleão. Ele cai em si, diante da sua hipocrisia.Quando a senhora Rênal o denuncia, Julien reage com um gesto de vingança que parece ser o seu grande ato final. No entanto, ele próprio não se sente heroico. Preso, passa a refletir sobre fim e delira entre remorso e amor, pensando naquela mesma mulher contra quem atentou.Quem realmente se destaca nesse momento é Matilde. Movida por uma espécie de orgulho trágico, ela demonstra uma ânsia de participar de grandes acontecimentos, à maneira de seus antepassados. Luta pela libertação de Julien, mesmo quando ele começa a desprezá-la por representar o ideal de ambição que agora rejeita.No final, Matilde permanece com a cabeça do homem que amou nos braços e o filho dele no ventre. 
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